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        Dirigido por André Luiz de Azevedo Moraes

        A Umbanda é a religião monoteísta de cunho espírita que melhor traduz as características sociais de formação da sociedade brasileira, sintetizando as melhores práticas religiosas de muitas outras religiões. 
        Tem por base os cultos de matiz africano, trazidos pelos negros escravos, mesclados com os rituais dos índios brasileiros e com práticas religiosas do catolicismo, de onde surge o sincretismo religioso, apresenta ainda elementos magísticos e muitas das idéias do espiritismo kardecista,introduzidas pelos europeus que aqui aportaram e pelos filhos de famílias abastadas que iam estudar na Europa.
        Tem na Fé o seu principal fundamento religioso, acreditando ser esta Fé o mecanismo íntimo que ativa a relação com Deus, com os Orixás e com os guias espirituais, sempre em benefício dos médiuns e dos freqüentadores dos terreiros.
        Apresenta características caritativas, não admitindo, portanto a cobrança de qualquer espécie como uma de suas práticas usuais, tampouco a realização de trabalhos que visem o “mal”.
        A manutenção dos terreiros e a realização dos trabalhos de assistência aos mais necessitados são possíveis graças às contribuições espontâneas dos médiuns que compõe a corrente mediúnica.
        A Umbanda, pela sua vinculação e pelo respeito à natureza não se utiliza de sacrifícios de animais para realização dos trabalhos espirituais, assim como para a segurança e assentamentos nos terreiros, recorrendo para isso a flores, frutos, alimentos diversos e velas dentre outros elementos, que denotam reverência aos Orixás e guias espirituais, assim como aos pontos de força da natureza, onde se manifestam.


O Terreiro Tio Antonio surgiu à partir da corrente existente nos trabalhos de sexta-feira do Terreiro Pai Maneco em Curitiba, sempre comandados pelo Pai André de Xangô, que foi o seu dirigente espiritual por dezesseis anos (desde sua coroação).  

No ano de 1991 começam os primeiros trabalhos, na sexta-feira, no Terreiro Pai Maneco quando este estava localizado em um dos barracões da Faculdade Espírita do Paraná. Lá permanecendo por 9 anos, até o ano de 2000, quando então o Terreiro Pai Maneco constrói sua sede própria no bairro Santa Cândida. 

Com a mudança de local todos os médiuns e Pais-de-Santo, dirigentes de trabalhos, no terreiro da Faculdade Espírita se instalam com suas correntes no novo terreiro. São eles Pai Fernando de Ogum (dirigente máximo do terreiro) e do trabalho da segunda feira, Pai André de Xangô (dirigente do trabalho de sexta feira) e Pai Beco de Oxossi (dirigente do trabalho de quinta feira).

No ano de 2006 o Pai André de Xangô e sua corrente mediúnica desligam-se do Terreiro Pai Maneco, seu berço e a sua origem como dirigente espiritual, a sua casa mãe, e fundam o Terreiro de Umbanda Tio Antonio, com a missão de continuar praticando a Umbanda dos caboclos e pretos velhos, a Umbanda onde não se cobra por trabalhos e consultas, onde não se sacrificam animais, a Umbanda que segue os ensinamentos do Caboclo das Sete Encruzilhadas que através de seu médium Zélio de Moraes abriu a todos, sem exceções, as portas para o desenvolvimento espiritual. 

O Terreiro de Umbanda Tio Antonio é dirigido por André Luiz de Azevedo Moraes (Pai André de Xangô), brasileiro, casado, nascido no Rio de Janeiro, 56 anos, arquiteto e empresário.

Iniciado na Umbanda aqui em Curitiba pelas mãos do saudoso Edmundo Rodrigues Ferro, dirigente espiritual e fundador da Tenda Espírita São Sebastião.

Coroado Pai de Santo em 1991 por Pai Fernando de Ogum do Terreiro Pai Maneco, também iniciado na Umbanda por Edmundo Ferro.

Filho de família de tradição Umbandista veio iniciar sua caminhada espiritual nos anos 80 em Curitiba onde ingressou na Tenda Espírita São Sebastião para começar seu aprendizado.

Depoimento:

“Estou na Umbanda porque tenho fé na religião, porque acredito que esta é a religião onde não há desigualdades, onde em seus rituais, pobres e ricos, intelectualizados ou não, cultos ou não, todos se misturam e se igualam, é assim que deus vê o Homem, sem diferença.

Numa gira de Umbanda é maravilhoso ver um caboclo ou um preto-velho incorporar indistintamente em seus médiuns não se incomodando com o que são ou o que tem.

Ali para os espíritos todos são irmãos e iguais.

Dirijo o Terreiro pautado nessa filosofia, todos têm direitos e deveres e esses direitos e deveres são iguais para todos.

A Umbanda é a religião da natureza do Planeta e nós somos filhos desta mesma natureza, ou seja, iguais.a ela e parte dela.”

 


 

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